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	<title>Arquivos Protestantismo | Ovelha Magra</title>
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	<description>&#34;A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei... Por isso o Senhor DEUS assim lhes diz: Eis que eu, eu mesmo, julgarei entre a ovelha gorda e a ovelha magra&#34; Ezequiel 34:16;20</description>
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	<title>Arquivos Protestantismo | Ovelha Magra</title>
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		<title>A visão é turva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pablo Massolar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 14:24:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discipulado]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios de fé]]></category>
		<category><![CDATA[Protestantismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sonho com uma igreja onde o discipulado não seja visto essencialmente como um método de fazer crescer numericamente. Onde não sejam estabelecidas metas e cronogramas de crescimento e multiplicação, como fazem os gerentes de marketing das grandes corporações comerciais. No Evangelho de Mateus, capítulo 10, quando Jesus enviou seus discípulos pelas cidades para pregar, ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Fovelhamagra.com.br%2Fa-visao-e-turva%2F&amp;linkname=A%20vis%C3%A3o%20%C3%A9%20turva" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Fovelhamagra.com.br%2Fa-visao-e-turva%2F&amp;linkname=A%20vis%C3%A3o%20%C3%A9%20turva" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Fovelhamagra.com.br%2Fa-visao-e-turva%2F&amp;linkname=A%20vis%C3%A3o%20%C3%A9%20turva" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_tumblr" href="https://www.addtoany.com/add_to/tumblr?linkurl=https%3A%2F%2Fovelhamagra.com.br%2Fa-visao-e-turva%2F&amp;linkname=A%20vis%C3%A3o%20%C3%A9%20turva" title="Tumblr" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Fovelhamagra.com.br%2Fa-visao-e-turva%2F&amp;linkname=A%20vis%C3%A3o%20%C3%A9%20turva" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_dd a2a_counter addtoany_share_save addtoany_share" href="https://www.addtoany.com/share#url=https%3A%2F%2Fovelhamagra.com.br%2Fa-visao-e-turva%2F&#038;title=A%20vis%C3%A3o%20%C3%A9%20turva" data-a2a-url="https://ovelhamagra.com.br/a-visao-e-turva/" data-a2a-title="A visão é turva"></a></p><p>Sonho com uma igreja onde o discipulado não seja visto essencialmente como um método de fazer crescer numericamente. Onde não sejam estabelecidas metas e cronogramas de crescimento e multiplicação, como fazem os gerentes de marketing das grandes corporações comerciais.</p>
<p>No Evangelho de Mateus, capítulo 10, quando Jesus enviou seus discípulos pelas cidades para pregar, ele não disse nada sobre quantidade ou taxa de sucesso. Não estabeleceu nenhuma estratégia de abordagem, a não ser a de quando entrassem em alguma casa, declarar: &#8220;paz sobre esta casa!&#8221;, e se houvesse algum filho da Paz ali, ela repousaria sobre a pessoa. Jesus não fez grandes campanhas publicitárias, não disse nada para agradar as pessoas simplesmente com a intenção de atraí-las. Embora Jesus curasse muita gente e expulsasse demônios, não fazia propaganda disso. Ele apenas disse que era para anunciar a chegada do Reino de Deus e que haveria lugares que receberiam a Palavra e outros não. Simples assim.</p>
<p>O discipulado aprendido com Jesus e os apóstolos por todo o Novo Testamento não tem seu foco ou ênfase na multiplicação do número de pessoas alcançadas, mas no ensino da Palavra. As &#8220;células&#8221;, ou reuniões nas casas, aconteciam na igreja primitiva com a finalidade de promover profunda comunhão e aprendizado prático entre a irmandade. Sim, eram uma grande família. Estavam mais para grupos de convivência do que simples reuniões de estudo superficial do texto bíblico e chá com biscoito. Tudo lhes era comum, inclusive as necessidades que alguns passavam. As ofertas eram recolhidas não para comprar terrenos, construir templos ou bancar a vida luxuosa dos líderes, mas para suprir as carências que os irmãos mais pobres tinham.</p>
<p>Muitos sinais e prodígios eram feitos pelos apóstolos, mas nem os milagres físicos eram tão prodigiosos quanto o amor vivido e proclamado naqueles dias pelos discípulos de Jesus, de forma contínua e verdadeira. Havia profundo temor no coração de todos, era um só o sentimento de comunhão e o <b>Senhor acrescentava, todos os dias, os que iam sendo salvos</b>.</p>
<p>Não tenho nada contra o crescimento numérico. É claro que eu quero que o Evangelho alcance muitas pessoas; se possível, todos os que estão a minha volta. Mas nem sempre os números frios sintetizam realidades espirituais muito para além das estatísticas. O problema é quando se faz do crescimento um deus e aí passa a valer qualquer estratégia, qualquer método e desculpa para atrair as pessoas. O foco passa de pregar o que <b>É</b> certo para pregar o que<b> DÁ</b> certo.</p>
<p>Vejo muitas igrejas cheias, lotadas de gente vazia, escravizadas por seus próprios interesses e desejos mesquinhos. Crentes não em Deus, mas no milagre prometido que às vezes demora para chegar, nas correntes infinitas de orações e sacrifícios pessoais.</p>
<p>São lugares onde as reuniões de oração agora são chamadas de campanha e têm, em alguns casos, sete dias ou sete semanas para fazer acontecer o milagre. Quem decreta o milagre não é Deus, mas o &#8220;homem de Deus&#8221;, emocionado e eufórico. E &#8220;Deus&#8221; fica como que &#8220;obrigado&#8221; a realizar o que pedem através do ato profético e do sacrifício deixado no altar.</p>
<p>Nesses lugares, quem chega, e vai sendo chamado de discípulo, vai aprendendo a arte do proselitismo religioso/denominacional. São transformados em corretores da fé na plaquinha da igreja, o que é muito diferente da consciência de um só corpo e um só batismo pregado pelo apóstolo Paulo. Este modelo de igreja exige muito entretenimento, muita mudança exterior e asséptica, muito falso moralismo, mas que pouco tem a ver com as mudanças mais profundas  até alcançar a mente de Cristo.</p>
<p>Será este o fim? Infelizmente, para este modelo de &#8220;igreja mercado&#8221;, não vejo um futuro diferente. Queria estar errado, mas este modelo vai crescer muito ainda e se alastrar porque há uma demanda e um propósito para isso. A intenção é transmitir uma falsa sensação de conversão, sem compromisso real com a Palavra. As pessoas são carentes deste misticismo, e quando ele é feito em nome de &#8220;Jesus&#8221;, parece que ganha validade. Suas mentes estão cauterizadas. São cegos guiando cegos. Pensam estar agindo em nome de Deus, mas o que é adorado nestes lugares é o poder dos seus próprios líderes.</p>
<p>Entretanto, a verdadeira igreja é de Deus. É invisível. Não tem fronteiras. As portas do inferno não prevalecem contra ela. Os discípulos de Jesus são identificados não pelo nome no letreiro de suas comunidades, mas pelo amor vivido e praticado visceralmente. O Evangelho não fica só no discurso, mas é ensinado e pregado com a própria vida, mesmo que seja preciso perdê-la.</p>
<p>A santidade ensinada não é externa, mas faz sentido e morada na vida, na caminhada dia após dia, mudando o caráter verdadeiramente. O compromisso com o outro não é o tapinha nas costas de quem diz: &#8220;estamos juntos&#8221;, mas não se envolve até as últimas consequências. Este discipulado não acontece somente entre os que estão debaixo de uma &#8220;cobertura espiritual&#8221;, não acontece somente na &#8220;célula&#8221;, entre um grupo restrito ou em uma hora delimitada. O encontro com Deus não está marcado para um lugar isolado do mundo exterior. O Peniel de verdade é o Evangelho praticado na rua, no trabalho, na família e também fora da igreja.</p>
<p>O verdadeiro discipulado se aprende espiritualmente e não emotivamente. O fruto deste ensino até pode vir de forma numérica também, mas vem essencialmente na mudança provocada na vida dos discípulos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><i>O Deus que disse: &#8220;vá e faça discípulos de todas as nações&#8221; te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!</i></b></p>
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		<title>O que é Páscoa?</title>
		<link>https://ovelhamagra.com.br/o-que-e-pascoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pablo Massolar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 19:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[A fé vem pelo ouvir...]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios de fé]]></category>
		<category><![CDATA[Protestantismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja o que o &#8220;Coelhinho da Páscoa&#8221; tem a dizer sobre a Páscoa [youtube video=https://www.youtube.com/watch?v=S9xJm1Jdz1w ] &#160; Páscoa é um evento religioso judaico/cristão, normalmente considerado pelas igrejas cristãs como a maior e a mais importante celebração. Na Páscoa os cristãos relembram e anunciam a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação que [&#8230;]</p>
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<p>[youtube video=https://www.youtube.com/watch?v=S9xJm1Jdz1w ]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Páscoa é um evento religioso judaico/cristão, normalmente considerado pelas igrejas cristãs como a maior e a mais importante celebração. Na Páscoa os cristãos relembram e anunciam a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação que teria ocorrido durante a celebração da Páscoa dos judeus, em Jerusalém, entre o ano 30 e 33 da Era Comum.</i></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><span style="color: #990000;">Origem do nome</span></b></p>
<p>Os eventos da Páscoa teriam ocorrido primeiramente durante o Pessach (Passagem em Hebraico), data em que os judeus comemoram o êxodo, libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito, liderados por Moisés, para a Terra Prometida.</p>
<p>A palavra Páscoa advém exatamente do termo Pessach, em hebraico, da festa judaica. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques. O sentido de “passagem” vem do julgamento de Deus sobre Faraó e os egípcios, que oprimiam e escravizavam o povo judeu, até que Deus anuncia a Moisés que libertará o seu povo da escravidão.</p>
<p>Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus mandou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo capítulo 12), disse o Senhor a Moisés que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os primogênitos de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria sacrificar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor e tristeza entre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.</p>
<p>A Bíblia judaica e cristã institui a celebração do Pessach em Êxodo 12.14: &#8220;Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra ao Senhor: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><span style="color: #990000;">Páscoa Cristã</span></b></p>
<p>A Páscoa cristã celebra a morte sacrificial e a ressurreição de Jesus Cristo. Nos Evangelhos, Jesus é anunciado como o &#8220;cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo&#8221;, deste modo, toda a simbologia da Páscoa judaica aponta para Jesus que, através de sua morte e seu sangue, liberta o homem do poder da morte e do pecado.</p>
<p>A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pessach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica – se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia mais acurada, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe (do grego antigo ἑκατόμβη, composto de ἑκατόν &#8220;cem&#8221; e βοῦς &#8220;boi&#8221; &#8211; sacrifício coletivo de muitas vítimas) dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.</p>
<p>Depois de morrer na cruz, o corpo de Jesus foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante para os cristãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><span style="color: #990000;">Páscoa é pagã?</span></b></p>
<p>Não! E também, atualmente, sim! Muitos costumes modernos ligados ao período pascal originaram-se, de fato, dos festivais pagãos da primavera. Hoje existe um sincretismo entre a Páscoa judaico-cristã e rituais de passagem pagãos, mas nem sempre foi assim.</p>
<p>A festa moderna utiliza a imagem do coelho e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. Os antigos povos pagãos europeus da Idade Média, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica.</p>
<p>Na primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada. A lebre de Eostre poderia ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações atuais.</p>
<p>As hipóteses mais aceitas relacionam a época do ano com Estremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o &#8220;Venerável Beda&#8221;, historiador inglês do século VII. Porém, é importante mencionar que Ishtar é cognata de Inanna e Astarte (Mitologia Suméria e Mitologia Fenícia), ambas ligadas à fertilidade, das quais provavelmente o mito de &#8220;Ostern&#8221;, e consequentemente a Páscoa moderna (direta e indiretamente), tiveram notórias influências.</p>
<p>Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da primavera, da ressurreição e do renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><span style="color: #990000;">Conclusão</span></b></p>
<p>É comum, hoje, a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substituídos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia, nem na Páscoa judaica, nem na Páscoa cristã. Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos.<br />
A Páscoa, em suas raízes mais antigas, é uma festa genuinamente bíblica, que aponta figuradamente para o sacrifício de Jesus por toda a humanidade. Esta é a oportunidade que, como cristãos, discípulos de Jesus, temos de anunciar não somente o sentido cultural da festa mas, principalmente, que ela tem a ver com o amor de Deus por toda humanidade. Isto inclui todos nós. Deus entregou seu único filho, como sacrifício pelos nossos pecados e Nele, somente Nele, temos Vida Eterna, ou seja, &#8220;passamos&#8221; da morte para a vida. O evangelho de João, no capítulo 3, resume esta mensagem da seguinte forma: &#8220;Porque Deus amou o mundo de tal maneira que entregou (à morte) o seu único Filho para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a Vida Eterna.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Fonte: com informações de Wikipedia e da Bíblia</i></p>
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		<title>A fé no marketing</title>
		<link>https://ovelhamagra.com.br/a-fe-no-marketing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pablo Massolar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 20:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[O Reino de Deus será comparado...]]></category>
		<category><![CDATA[Princípios de fé]]></category>
		<category><![CDATA[Protestantismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O mercado é sórdido!&#8221;, assim dizia meu professor de Sociedade e Economia na faculdade. Ele fazia referência à falta de escrúpulos nas guerras e disputas de poder econômico, defesa e conquista de mercados desde os tempos mais remotos da humanidade. Aliás, dizia ele, que não há limites para mentiras, golpes, guerras, injustiças, ameaças e todo [&#8230;]</p>
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<p>Aliás, dizia ele, que não há limites para mentiras, golpes, guerras, injustiças, ameaças e todo tipo de baixarias quando o interesse econômico está em jogo.</p>
<p>Não pense que o mercado é motivado por causas nobres! Ele enxerga como produto e bens de consumo qualquer ação, serviço ou mercadoria que possa gerar algum tipo de lucro, ainda que esta mercadoria sejam as coisas que, em tese, não deveríamos tratar por mercadoria como, por exemplo, a fome na Etiópia ou o analfabetismo no sertão brasileiro, mas há quem se beneficie muito com a exploração destes &#8220;produtos&#8221; e, portanto, os mantenha como estão, apesar do embrulho no estômago que saber destas coisas gera nas pessoas de bem.</p>
<p>A grosso modo, o marketing é a ferramenta que estuda e analisa o mercado para que um determinado produto seja melhor aceito e, consequentemente, venda mais e/ou gere mais retorno de investimento e lucro. Ele observa os concorrentes, a maneira das pessoas se comportarem, consumirem e, então, define as estratégias de abordagem e sedução para aquele público alvo específico.</p>
<p>Tenho visto, com muita tristeza, a fé ser tratada como um novo bem de consumo. O marketing da fé é explorado à exaustão, definindo metas, estratégias, mercados, linguagem, produtos e públicos.  <strong>Tudo vira &#8220;produto&#8221;: a pregação de um determinado pastor, o CD do cantor ou ministério de louvor, as campanhas de milagres, as rosas ungidas, os lenços, as sessões de descarrego e a &#8220;mídia&#8221;, que até então era o culto, agora ocupa lugar nas grandes emissoras de TV do Brasil porque este mercado da fé está crescendo</strong>. O problema é que aqueles que apenas consomem fé, como um benefício, um produto de valor agregado, vão se distanciando da verdadeira Fé, livre, libertadora e vivificante do Evangelho. Ela é aos poucos apagada, substituída por uma fé presa ao templo/loja e ao modismo cegante da época.</p>
<p>Na disputa deste &#8220;mercado gospel&#8221;, na defesa da fatia deste &#8220;bolo(r) da fé&#8221;, por interesses econômicos, assistimos as mais horripilantes safadezas e inacreditáveis mentiras, ao ponto até de &#8220;bispos&#8221; e &#8220;pastores&#8221; simularem exorcismos com o testemunho de &#8220;demônios&#8221; para desacreditar a igreja concorrente. &#8220;<i>Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens</i>&#8221; (Mateus 15.7-9).</p>
<p>Esta, infelizmente, é a realidade na grande maioria das &#8220;igrejas&#8221; espalhadas por aí. E aqueles que nela estão viraram &#8220;fiéis&#8221; (cegos), não de Deus, mas dos líderes destas empresas.</p>
<p>É claro que nem tudo está perdido. Ainda existe gente séria, discípulos de Jesus. A Igreja (com &#8220;i&#8221; maiúsculo) é invisível e somente de Deus, não pode ser negociada. O Reino de Deus não cabe atrás da plaquinha, nem dentro do templo de nenhuma religião do mundo! Ele está presente onde há corações sinceros e humildes, e para o desespero dos empreendedores da fé, está muito além dos nomes das igrejas e comunidades.</p>
<p>Não vejo problema algum em se adequar a linguagem ou a forma de se comunicar o Evangelho para que mais pessoas o entendam. Crianças e adultos, por exemplo, exigem abordagens diferentes não só do Evangelho, mas de tudo na vida; têm compreensões distintas sobre os mesmos assuntos, então, neste aspecto, o jeito de se entregar o conteúdo deve ser diferenciado para cada um. Simples assim. Mas quando ao método ou à estratégia são dados mais importância que à essência, então o que se pensa ser o caminho em direção às Boas Novas de Jesus acaba se transformando numa perigosa armadilha. As pessoas vão se prendendo à forma, à linguagem, endeusando templos, lugares, líderes, denominações/marcas e nomes.</p>
<p>Em busca de mais adeptos às suas igrejas ou de fidelizar seus clientes, alguns líderes religiosos acabam vendendo a imagem de que a verdadeira fé está naquele lugar, as outras igrejas são vistas como concorrentes e desmerecidas. Música, estilo, &#8220;bênçãos&#8221;, &#8220;milagres&#8221; e &#8220;cobertura espiritual&#8221; são tratados como diferenciais e utilizados como técnica para atrair mais gente.</p>
<p>Perceba como estamos tão vendidos às técnicas do marketing da fé que nem diferenciamos mais as palavras &#8220;culto&#8221; de &#8220;produto&#8221;. Quando dizemos que temos &#8220;culto para jovens&#8221; ou &#8220;culto para senhoras&#8221; estamos dizendo, na verdade, que temos &#8220;produtos para atrair jovens&#8221; e &#8220;produtos para atrair senhoras &#8220;, porque o culto é somente para Deus, não para o homem. Nós nos esquecemos que não é o tipo de culto que deve atrair as pessoas, mas sim a compreensão do perdão que recebemos de Deus. A Graça, ou seja, o Dom gratuito de Deus é o que nos motiva a louvá-lo.</p>
<p>O perigo de se fazer do &#8220;evangelismo estratégico&#8221; ou do &#8220;show/apresentação do culto&#8221; o alvo a ser buscado em si mesmo para atrair as pessoas é que o mercado, como de costume, exige  cada vez mais. Logo, o próximo lugar que proporcionar a &#8220;melhor bênção/oferta&#8221;, &#8220;mais emoção&#8221; ou a &#8220;melhor apresentação do culto/produto&#8221; abocanhará a sua fatia de mercado conquistado.</p>
<p>Quero deixar bem claro que não sou contra a utilização de música, teatro, testemunhos, acrobacias, danças, pirotecnia e qualquer outra expressão de arte para se anunciar o evangelho ou como vontade de glorificar a Deus com tais atitudes. Mas não acredito na utilização destas coisas como &#8220;estratégia&#8221; ou &#8220;técnica&#8221; para alcançar outras pessoas &#8220;para Jesus&#8221;. Tudo o que é estratégia deixa de ser verdadeiro quando se trata do Evangelho. O Evangelho nasce de dentro pra fora, naturalmente. É produzido pela Verdade que faz morada em nossos corações e alcança o outro ser humano. Não por ser simplesmente emocional ou atrativo, mas por produzir Vida e luz/compreensão para o nosso caminho em Deus.</p>
<p>A mensagem de Jesus nunca foi &#8220;venham ficar admirados com as coisas que sei fazer!&#8221;, mas &#8220;arrependam-se e creiam no Evangelho!&#8221;. E ainda: &#8220;Tomem sobre vocês a sua própria cruz e me sigam, fazendo as mesmas coisas que eu fiz, ensinando e imitando a maneira como andei entre vocês!&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><i>O Deus que não faz propaganda vazia de si mesmo te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!</i></strong></p>
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		<title>Por uma nova Reforma</title>
		<link>https://ovelhamagra.com.br/por-uma-nova-reforma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pablo Massolar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2006 01:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Protestantismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante de tantos artigos sobre a Reforma Protestante, Seminários Temáticos e Comemorativos sobre a vida e obra dos reformadores (ou daqueles que emprestaram seus nomes aos livros de história para escrevê-la) não tenho a pretensão de dizer que este seja mais um texto que vá mudar radicalmente tudo o que você já conhece sobre os [&#8230;]</p>
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<p>Meu interesse, neste breve artigo, é que você passeie comigo no passado da Igreja para a gente poder entender um pouquinho o nosso presente e, quem sabe, arriscar um palpite para o futuro do protestantismo no Brasil e no mundo.</p>
<p>Existe muita literatura, até filmes sobre o assunto e mesmo uma rápida pesquisa na Internet poderá lhe dar mais subsídio sobre a rica história da Reforma Protestante, que tem seu marco histórico na manhã do dia 31 de outubro de 1517 quando Martinho Lutero afixou na porta da Catedral de Wittenberg, Alemanha, um pergaminho que continha noventa e cinco teses ou declarações, quase todas relacionadas com a venda de indulgências; porém em sua aplicação atacava a autoridade do papa e do sacerdócio.</p>
<p>Anotemos, então, algumas das forças que conduziram à Reforma e ajudaram o seu progresso. Uma delas foi, o movimento conhecido como Renascença, ou despertar da Europa para um novo interesse pela literatura, pelas artes e pela ciência.</p>
<p>A maioria dos estudiosos desse período eram homens destituídos de vida religiosa; até os próprios papas dessa época destacavam-se mais por sua cultura do que pela fé. No norte dos Alpes Suíços, na Alemanha, na Inglaterra, e na França o movimento possuía sentido religioso, despertando novo interesse pelas Escrituras, pelas línguas grega e hebraica, levando o povo a investigar os verdadeiros fundamentos da fé, independente dos dogmas de Roma.</p>
<p>A invenção da imprensa veio a ser um arauto e grande aliado da Reforma que se aproximava. A imprensa possibilitou o uso comum das Escrituras, e incentivou a tradução e a circulação da Bíblia em todos os idiomas da Europa. As pessoas que liam a Bíblia, prontamente se convenciam de que a igreja papal estava muito distanciada do ideal do Novo Testamento. Os novos ensinos dos Reformadores, logo que eram escritos, também eram rapidamente publicados em livros e folhetos, e circulavam aos milhões em toda a Europa.</p>
<p>O papa reinante, Leão X, em razão da necessidade de avultadas somas para terminar as obras do templo de S. Pedro em Roma, permitiu que um seu enviado, João Tetzel, percorresse a Alemanha vendendo bulas, assinadas pelo próprio papa, as quais, se dizia, possuíam a virtude de conceder perdão de todos os pecados, não só aos possuidores da bula, mas também aos parentes e amigos, mortos ou vivos, em cujo nome fossem compradas as bulas, sem necessidade de confissão, nem absolvição pelo sacerdote. Tetzel fazia esta afirmação ao povo: &#8220;Tão depressa o vosso dinheiro caia no cofre, a alma de vossos amigos subirá do purgatório ao céu.&#8221; Lutero, por sua vez, começou a pregar contra Tetzel e sua campanha de venda de indulgências, denunciando como falso esse ensino. Daí por diante é fácil entender todo o processo que culminou no que chamamos de Reforma Protestante.</p>
<p>Permita-me, agora, fazer uma interrupção no contexto histórico da Reforma Protestante e, depois de haver lembrado um pouco da situação social e religiosa daquela época, apontar para o que vemos hoje no protestantismo brasileiro e mundial.</p>
<p>A não ser que eu esteja equivocado ou enxergando as coisas com olhos muito tendenciosos e até mesmo, por que não dizer? Preconceituosos. O que vejo hoje, quando ligo minha televisão em alguns programas “evangélicos”, é a clara tentativa de, novamente, em nome do ego dos novos “messias”, “apóstolos” e “missionários” dar preço à Graça de Deus para construírem seus suntuosos templos e sustentar sua própria imagem na mídia.</p>
<p>Eles não têm nada de novo a dizer, não desejam que o povo viva o verdadeiro Evangelho de Cristo, quando muito, que tenham até um certo acesso à Bíblia, mas sempre com a “visão” e, é claro, o filtro do “inspirado homem de Deus”, sem o qual qualquer outra luz lançada sobre o texto bíblico é chamada instantaneamente de heresia ou falta de fé, mesmo que para isso seja necessário abrir mão do bom senso.</p>
<p>Atualmente não chamamos de indulgências porque pegaria mal, mas chamamos de oferta de sacrifício. Eu oferto a Deus, algumas vezes o que não posso, e Ele me abençoa. Simples. Minha fidelidade está relacionada ao desprendimento que tenho do dinheiro e não necessariamente com uma vida de santidade bíblica e compromisso com Deus e com meu/minha irmão/irmã.</p>
<p>Só para me fazer entender melhor, não estou de modo algum desqualificando o momento da oferta em nossos cultos muito menos o princípio de fidelidade que ela representa. Ela é necessária sim. Com ela enviamos e sustentamos obreiros nos campos missionários, abrimos novas frentes de trabalho e evangelismo, ajudamos pessoas carentes. O reverendo John Wesley ensinava sua comunidade a ganhar o máximo de dinheiro que pudesse, economizar o quanto conseguisse e ofertar todo dinheiro que fosse capaz para ajudar aos pobres. Sim eu vejo tudo isto, mas o dinheiro não pode ser o centro de nossa teologia e liturgia, caso contrário faremos dele o fim e não o meio.</p>
<p>Uma das muitas coisas que aprendi, na Faculdade de Teologia, é o que meu professor sempre dizia: “através de mim e apesar de mim Deus continua a fazer sua obra.” Vejo muito joio na Igreja, mas também há trigo. Eu creio na soberania de Deus e no agir do Espírito Santo na vida de homens e mulheres que não se deixam seduzir pelas vaidades humanas e a tentação de escolher o caminho mais fácil ou mais cômodo de experimentar um evangelho que seja insípido ou mal iluminado, mas que seja moda.</p>
<p>Existe um clamor crescendo e aos poucos ganhando voz nos corredores da Igreja, desejando uma profunda e sincera revisão dos modismos e ventos de doutrinas que se espalham por toda a terra.</p>
<p>Eu continuo orando por um grande e genuíno avivamento, ou se você preferir, Reforma na Igreja, no Brasil e no mundo, mas a grande onda de “revivals” que tem acontecido em nossos dias, algumas vezes tem trazido consigo aberrações teológicas, não quero dizer que uma reforma litúrgica seja má em si mesma, pelo contrário, creio que da mesma forma que nossa sociedade e sua linguagem se modificam com o passar do tempo, temos que tornar a mensagem e a revelação do evangelho claros, inteligíveis e contextualizados. Mas alguns movimentos, em busca de um culto mais moderno acabam cedendo à tentação de percorrer caminhos muito próximos de um emocionalismo vazio, provocam experiências das mais diversas, que dão lugar à atitudes, pensamentos e teologias sem qualquer reflexão bíblico-teológica mais profunda. Mudam o exterior e a aparência de seus cultos, mas suas práticas estão longe da verdadeira mudança que precisam experimentar. Da mesma forma uma igreja que não experimente uma fé viva e apaixonada e que se emoldura no quadro da história, não consegue reagir e não tem nada de novo a dizer para o meio onde está inserida.</p>
<p>Hora o ceticismo religioso e o enrijecimento da experiência da fé, hora crenças místicas e gnósticas têm sido inseridas em todo o contexto protestante brasileiro, travestida de uma avalanche do “eu sinto”, “Deus me falou”, “fui na casa do profeta” e etc. Sei que estou falando com todos os tipos de tendências: carismáticos, conservadores, liberais e qualquer outro grupo que haja em nosso meio. A Igreja não precisa de bandeiras políticas ou separatistas, não precisa de nada novo e ao mesmo tempo, não precisa de nada velho, só precisa de homens e mulheres que estejam sinceramente interessados em se colocar nas mãos de Deus para se deixar ser reformado e reformar sua nação e igreja e pagar o preço por isto. Este é o Espírito da Reforma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Sugestão de leitura: GONZALEZ, Justo L. A era dos reformadores, São Paulo, 2004, Ed. Vida Nova.</em></p>
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